Se valer dos mais variados meios para comunicar-se com stakeholders (públicos de interesse) é prática pouco explorada pelas entidades de classe. Seja por desconhecimento, receio ou falta de mão de obra especializada, deixam de levar a quem representam informações relevantes sobre atividades realizadas, medidas, reivindicações, conquistas, posicionamentos, entre outras questões. Com isso, passam a impressão de que pouco fazem pela categoria no âmbito representativo. Informativo impresso, newsletter, site, redes sociais, canal no YouTube, WhatsApp e SMS são alguns dos recursos que podem ser utilizados pelas entidades para maximizar resultados com a comunicação. Cada meio possui característica própria, e a tarefa fazê-los convergir tem de ser executada por profissionais. Vale lembrar que os custos com a comunicação podem subsidiados com a comercialização de espaços publicitários nos próprios meios. Para isso, é necessário um estudo prévio de mercado e viabilidade. O foco dessa avaliação tem de partir do que precisa o público que vai receber o conteúdo gerado. Se quem consome é o empresário do comércio de joias, por exemplo, o patrocinador em potencial é o fabricante das peças. Essa a linha de raciocínio que deve nortear o processo de análise.
Informativo impresso, newsletter, site, redes sociais, canal no YouTube, WhatsApp e SMS são alguns dos recursos que podem ser utilizados pelas entidades para maximizar resultados com a comunicação.
